Diogo Vasconcelos

“We are what we share” (Charles Leadbeater).

Blogging.

Líderes 2.0

Transparência, participação, poder descentralizado. O paragigma da colaboração, da criação colectiva, da “wikipedia” e do “open source”, aplicados a politica. Não é de democracia directa que estamos a falar, é de melhor democracia representativa. A Web alia três dimensões de participação, de intensidade crescente: partilha, colaboração e accção colectiva. A lógica de rede e da rede permite menos barreiras à entrada e a emergência de uma nova liderança política. São boas notícias para a democracia. Há menos barreiras à entrada, há mais liberdade. Acredito cada vez mais no fim do paradigma do lider político como um “rambo” obcecado com o comando e controlo, que usa o “spin” e todo o poder (real e projectado) para impor o seu rumo. Esse tipo de liderança impressiona pela sua eficácia e será sempre do agrado de alguns. Não tem sucesso nas empresas e tem sucesso limitado na política. É um modelo do passado, que cria dependências, tolhe a iniciativa, inibe a sociedade civil “não controlada”, na qual cria um lastro de cresente desconforto. O nosso tempo pede líderes diferentes, que prefiram a “orquestração” ao “comando e controlo”. Que se vejam mais como sensores do que como magafones. Que prefiram a verdade ao “spin”. Líderes assim são capazes ...

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A versao iPad da revista @veja e' fabulosa

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